Os vereadores da bancada do PDT, André Marques, Jacques Barbosa, Jacqueline Possebom, Lauri Juliani, Everaldo de Oliveira, Nader Hassan, Pedro Waszkiewicz, juntamente com os edis da bancada do PT, Gilberto Corazza e Diomar Formenton, apresentaram nesta semana, dia 26, pedidos de informações ao Executivo Municipal.
As matérias questionam sobre diferentes temas. Dentre eles está o processo licitatório referente às peças e serviços para máquinas pesadas, gastos com publicidade desde o início da atual legislatura até o momento, gastos com o conserto de motoniveladora e o valor total repassado pelo executivo à comissão organizadora da 16ª Fenamilho.
Esgoto cloacal no Bairro Pilau II
Da mesma forma, foi apresentado pedido de informação protocolado pelo vereador Paulo Azeredo (PMDB). O edil questiona sobre o sistema de tratamento de esgoto cloacal criado para o Conjunto Habitacional Romeu G. Loureiro. O edil indaga se procede a informação de que está sendo utilizado o sistema de filtro através de pedra brita. Ainda nesse sentido, o vereador peemedebista levou ao plenário questionamentos sobre o contrato firmado entre o município e a CORSAN.
Da mesma forma, Azeredo solicitou informações referente a pavimentação asfáltica da perimetral norte, da avenida Salgado Filho, tendo em vista a necessidade de manutenção e obras de reparo.
Numeração predial
De sua parte, o vereador Everaldo de Oliveira (PDT) apresentou matéria que visa o esclarecimento de questões relacionadas aos critérios estabelecidos para a numeração predial. O vereador solicita que a secretaria municipal de obras e serviços urbanos, informe o conteúdo do acordo firmado junto ao Ministério Público referente ao tema.
“Conforme informações de proprietários de terrenos, que somente possui contrato de compra e venda, não estão sendo liberadas as numerações, impedindo a liberação do serviço de água e outros”, afirmou o edil.
Agentes de combate às endemias
Outro encaminhamento protocolado pelo edil solicita informações sobre o repasse de valores aos agentes de combate às endemias. Conforme Everaldo, os mesmos não têm recebido o valor de R$ 950, repassados pelo Governo Federal. “Somos cobrados pelos agentes de endemias que o município recebe o valor, mas não são repassados os valores enviados”, afirmou.
