Prefeitura de Santo Ângelo pretende recorrer a financiamento para pagar 13º de seus funcionários.
Tramita na Câmara de Vereadores de Santo Ângelo, Projeto de Lei que trata sobre a indenização total, por parte da administração pública, dos juros e demais despesas provenientes de
Visando mais esclarecimento sobre o assunto, os vereadores promoveram, nesta semana, reunião de trabalho com a presença do Secretário Municipal da Fazenda, Eliseu Morin e representantes dos Sindicatos Municipais.
Na ocasião, Morin falou sobre a grave crise financeira que assola o município, estado e país. Explicou, também, que a alternativa encontrada, até o momento, é a viabilização de operação de crédito, tomada pelo servidor e paga pelo município no ano seguinte. “Hoje, não visualizamos outra alternativa para que possamos pagar, integralmente, o 13º salário do funcionalismo municipal”, afirmou o Secretário da Fazenda.
De sua parte, os vereadores questionaram a forma com que o processo será realizado. A maior preocupação é quanto a situação dos servidores que possuem dívida ativa junto a agência bancária. Diante do cenário, os edis propuseram como condição a garantia de uma negociação justa, que não gere prejuízos ao servidor em débito. “Entendemos a situação do município, mas precisamos ter garantias de que ninguém será prejudicado por essa ação”, afirmou a presidente em exercício, vereadora Jacqueline Possebom.
Diante dos fatos, a solicitação dos Sindicatos Municipais foi para que o projeto
financiamento
que servirá para o pagamento do 13º salário dos servidores ativos e empregados públicos municipais.Visando mais esclarecimento sobre o assunto, os vereadores promoveram, nesta semana, reunião de trabalho com a presença do Secretário Municipal da Fazenda, Eliseu Morin e representantes dos Sindicatos Municipais.
Na ocasião, Morin falou sobre a grave crise financeira que assola o município, estado e país. Explicou, também, que a alternativa encontrada, até o momento, é a viabilização de operação de crédito, tomada pelo servidor e paga pelo município no ano seguinte. “Hoje, não visualizamos outra alternativa para que possamos pagar, integralmente, o 13º salário do funcionalismo municipal”, afirmou o Secretário da Fazenda.
De sua parte, os vereadores questionaram a forma com que o processo será realizado. A maior preocupação é quanto a situação dos servidores que possuem dívida ativa junto a agência bancária. Diante do cenário, os edis propuseram como condição a garantia de uma negociação justa, que não gere prejuízos ao servidor em débito. “Entendemos a situação do município, mas precisamos ter garantias de que ninguém será prejudicado por essa ação”, afirmou a presidente em exercício, vereadora Jacqueline Possebom.
Diante dos fatos, a solicitação dos Sindicatos Municipais foi para que o projeto
permaneça
na Casa Legislativa
até, pelo menos, a segunda semana do mês de dezembro.
Outro motivo para que a matéria aguarde a apreciação dos edis é a expectativa que uma nova alternativa seja viabilizada. De acordo com Morin, atualmente 1350 pessoas constituem o quadro dos servidores e empregados ativos no município.